Ética, acolhimento e excelência técnica

Quando uma criança recebe um diagnóstico urológico — como “rins dilatados”, infecção urinária de repetição, alterações do jato urinário ou uma condição congênita — é comum que a família sinta ansiedade. A dúvida mais frequente não é técnica; é humana: “Isso é grave? Vai precisar de cirurgia? Pode afetar o futuro do meu filho?”

Meu trabalho como urologista com foco em urologia pediátrica, em São Paulo, é conduzir essa jornada com método, clareza e responsabilidade: em muitos casos, a conduta correta é acompanhar; em outros, o melhor caminho é intervir no tempo certo.

Quem sou eu

Sou Dr. André Venturini de Oliveira (CRM 190519-SP | RQE 136250). Formação médica pela Faculdade de Medicina do ABC (2012–2017), residência de Cirurgia Geral no Hospital Guilherme Álvaro (2019–2021) e residência de Urologia na Faculdade de Medicina de Jundiaí (2022–2025). Realizei fellowship em Urologia Pediátrica pela UNIFESP, sou titulado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e possuo certificação em cirurgia urológica robótica pelo Hospital Sírio-Libanês.

Linhas de cuidado em urologia pediátrica

  • Hidronefrose (rins dilatados)
  • Hipospádias
  • Enurese noturna (xixi na cama) e micção disfuncional
  • Refluxo vesicoureteral e ITU de repetição
  • Criptorquidia (testículo não descido)
  • Fimose e estenose de meato

Onde atendo em São Paulo

  • Vila Clementino — R. Agostinho Rodrigues Filho, 550 — CEP 04026-040
  • Vila Mariana — R. Domingos de Morais, 2781 — 14º andar — CEP 04035-001
  • Indianópolis — Av. dos Carinás, 185 — 2º andar — CEP 04086-010

Como eu conduzo a consulta (método e segurança)

Em urologia pediátrica, o objetivo é reduzir ansiedade com informação clara e decisões proporcionais. Na consulta, eu costumo organizar:

  • Histórico: sintomas, febre/ITU, evolução e rotina
  • Exame físico cuidadoso e respeitoso
  • Exames apenas quando mudam conduta (sem “volume artificial”)
  • Plano por etapas: acompanhamento quando é o melhor e intervenção quando é o tempo certo
  • Sinais de alerta: quando procurar urgência e quando pode acompanhar com calma

Esse método evita dois extremos: intervir sem necessidade e perder o timing quando há risco real.

Perguntas frequentes (FAQ)

Meu filho precisa operar?

Nem sempre. Muitas condições em urologia pediátrica melhoram com acompanhamento. Quando existe indicação de cirurgia, ela é discutida com critérios, benefícios e limitações.

Em quais casos devo procurar urgência?

Febre alta com prostração em bebês, dor intensa com vômitos, sangue na urina com coágulos e dificuldade para urinar, e dor escrotal súbita intensa são sinais para avaliação imediata.

Posso enviar exames antes?

Sim. Enviar ultrassons, urina/urocultura e relatórios de internação por febre ajuda a organizar a consulta e evitar repetição desnecessária.

Vocês tratam enurese (xixi na cama) e urgência urinária?

Sim. O tratamento costuma ser funcional, por etapas, integrando bexiga e intestino, com metas claras e sem culpa para a criança.

Como escolher a unidade?

Pelo WhatsApp dá para orientar a unidade mais conveniente conforme logística (Vila Clementino, Vila Mariana ou Indianópolis).

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